OUTROS PONTOS TURISTICOS
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Principal cartão postal de Icó é este aí acima. É o nosso Teatro da Ribeira dos Icós, construído em 1860 e tombado como patrimônio nacional. É o mais antigo teatro do Estado do Ceará. Depois dele vem o Theatro São José, de Sobral, e o Theatro José de Alencar, de Fortaleza.
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Largo do Theberge, a maior praça da América Latina e onde se realiza anualmente o Forricó, a maior e melhor festa de forró do Interior do Ceará. Ao seu redor, o turista poderá avistar três de nossas Igrejas Católicas (Matriz de Nossa Senhora da Expectação, Senhor do Bonfim e São José), o Sobrado Canela Preta (Núcleo de Música), Teatro da Ribeira dos Icós, Sobrado do Barão do Crato, Casa de Câmara e Cadeia, além da Casa Paroquial. Tudo vale a pena conhecer!
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Edificada pelo primeiro capitão-mor de ordenação do Icó, Bento da Silva Oliveira, a Igreja batizada em homenagem ao Sr. Do Bonfim inspira uma das festas do nordeste brasileiro. A Igreja do Senhor do Bonfim é um dos mais antigos monumentos da cidade, como afirma Pe. Couto em seu livro História do Icó. Construída no ano de 1749, segundo a instrução de tombamento do Sítio Histórico de Icó, elaborada pelo DITEC/4º SR/IPHAN, todas essas igrejas de Icó, contém, portanto, na sua linguagem despojada, elementos barrocos do século XVIII, trazidos, entretanto, para a região de forma simples e quase intuitiva, sem nenhuma pretensão se seguir cânones eruditos. Isso reflete as difíceis condições climáticas e de circulação monetária da colonização do sertão, mas demonstra, também, o fato de que s sertanejos cultivam, dentro de suas possibilidades, a arte que em outros locais mais favorecidos do território nacional, se expressava com toda pujança e vigor.
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Foi construída em 1828 pelos escravos. Construção em estilo Barroco, característica da arquitetura portuguesa. Antigamente era chamada Igreja dos Escravos, posteriormente Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pardos.
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A capela que deu origem à Igreja de Nossa Senhora da Expectação do Icó foi construída por Francisco de Monte Silva, um dos primeiros sesmeiros a ocupar a região, ainda na primeira metade do século XVIII. Em 20 de agosto de 1744, o cura do Icó, João Saraiva de Araújo, afirmou que a Igreja Matriz encontrava-se des- provida de ornamentos e paramentos para os cinco altares, de portas e de púlpito, dificultando as celebra- ções. A igreja possui um cruzeiro à sua frente. A fachada é composta por uma única torre à sua esquerda, com sino, base octogonal e terminação piramidal, também octogonal. As três portas principais, correspondentes à nave central, são almofadadas e as superiores são guarnecidas por balcões de ferro. Os vãos das portas principais possuem arco abatido. Os frontões do corpo central e da área correspondente à circulação lateral direita são triangulares, com cimalhas encurvadas e alteadas, volutas e coruchéus diversos. Na verga da porta principal há uma inscrição datada de 1785. Nas igrejas cearenses há raríssimos casos de sacristias perpendiculares ao eixo da igreja, como ocorre na Matriz da Expectação do Icó. O espaço interno sofreu alterações, como a abertura de arcadas para os corredores laterais. A igreja ainda conserva o sacrário original em talha, a prataria e imagens antigas. O retábulo original, entalhado por António Corrêa dAraújo, natural da freguesia de São Miguel de Seide, já não mais existe.
Clóvis Ramiro Jucá Neto